Subitamente me sinto novamente corrompido
A mesma coisa retorna do poço escuro
E sussurra em meu ouvido.
É a angústia de algo que foi perdido
Uma inocência levada a passos largos
Para um canto qualquer no destino.
Absorto em meus pensamentos
Declamo aos ventos o que não sinto
Para tentar dissimular meu sofrimento.
Quisera poder ter o desplante de poder falar
Ou quem sabe também poder cantar
Minha dor dilacerante no peito.
Deixar quedar esta máscara fraca
Que disfarça o elevado medo
De me entregar novamente ao desejo.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
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