Insone tormento jaza no leito
Doloroso lamento que trago no peito
Minha mente palpita, já não guarda o anseio
O vazio que dita o que se esconde no meio seio.
Nostalgia da vida de outrora
De deleitar-me no âmago desejo
Sublimar-me às lascívias da carne
Naquele lugar profano que já não vejo.
Saudade! Antes palavra, agora companhia
Trago obturando a mente enorme agonia
Não vem na forma de um pensamento
Mas com suas vestes imponentes e cabelos ao vento.
Oh maldita saudade, por que fazes assim?
O que queres ao me abduzir assim?
Não me deixarei arrebatar desta forma
Vencerei a ti e regozijarei na glória.
E na esteira desta vida já surrada
Hora caminhos verdes, hora desertada
Encontrarei em um sorriso o abrigo perfeito
Um alguém e um lugar que afague meu peito.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
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